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O café já foi responsável por cerca de 75% das exportações brasileiras. Atualmente, devido à enorme diversificação das exportações e à abertura ao mercado externo, esse percentual não ultrapassa a casa dos 2,5%. Analisando esse quadro, poderíamos dizer que o produto perdeu internamente a sua importância econômica. Isso, porém, seria um grande erro. O cultivo do café proporciona renda a mais de 5 milhões de brasileiros, fixando-os à terra e colaborando para evitar o êxodo rural. Portanto, além de continuar a proporcionar dividendos econômicos, o produto também exerce um importante papel social para o desenvolvimento do País.
Dentre os vários itens que compõem e influenciam o mercado do café, o principal é a variação de preço do produto. Volume de produção, fatores climáticos e geográficos, oscilações de câmbio e competitividade acirrada influem diretamente no valor da saca. Como dado de análise, ao iniciar as suas operações, a UNICAFÉ comercializava o produto por US$ 117,00 a saca. Desde então, atingiu pico de quase três vezes este valor, em mais de uma ocasião. Não surpreendentemente, o mercado de café é considerado o mais volátil dos mercados. Diante desse quadro, é fundamental possuir uma estrutura operacional capaz de acompanhar todas as peculiaridades desse disputado mercado. A UNICAFÉ possui, além dessa estrutura, um diferencial importante em relação a seus concorrentes: paixão pelo negócio, dedicação e profissionalismo. Paixão essa que possibilitou a superação desses obstáculos e o alcance, nos últimos 5 anos, da expressiva marca de 2 milhões de sacas/ano exportadas para mais de 40 países do mundo.
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